domingo, 20 de novembro de 2016

Aula 9: FND


            Na lógica booleana, pode-se considerar em forma normal conjuntiva, se há conjunção de clausulas, onde é uma disjunção de literais.
            Forma normal disjuntiva, ou FND, é bastante utilizada para provas automáticas de teoremas.
            Para ser considerada uma FND, há algumas condições que deverão ser observadas:

·         Contém ~, ^ e v
·         ~ não aparece repetido (~~)
·         ~ não tem alcance em ^ e v
·         ^ não tem alcance sobre v

Alguns exemplos de Forma Normal Disjuntiva.

a) (r ↑ s)
(r ↑ s) ó ~r v ~s

b) (q ↑ q)
(q ↑ q) ó ~q v ~q

c) (p ↓ q)
(p ↓ q) ó ~p ^ ~q

d) (r ↓ s)
(r ↓ s) ó ~r ^ ~s

e) (q ↑ q)
(q ↑ q) ó ~q v ~q



Aula 8: FNC

Na lógica booleana, pode-se considerar em forma normal conjuntiva, se há conjunção de clausulas, onde é uma disjunção de literais.
            Forma normal conjuntiva, ou FNC, é bastante utilizada para demonstração de teoremas, usada na teoria dos circuitos.
            Para ser considerada uma FNC, há algumas condições que deverão ser observadas:

·         Contém ~, ^ e v

·         ~ não aparece repetido (~~)

·         ~ não tem alcance em ^ e v

·         v não tem alcance sobre ^

Exercícios:

a) (p → q)
    (p → q) ó ~p v q

b) (r → s)
    (r → s) ó ~r v s

c) (p → ~p)
    (p → ~p) ó ~p v ~p ó ~p

d) (r → ~r)
    (r → ~r) ó ~r v ~r ó ~r

e) (r ↑ s)
    (r ↑ s) ó ~r v ~s



Aula 7: MÉTODO DEDUTIVO

Método dedutivo pressupõe a existência de valores concretos já firmados que possam servir de base (premissas), para que, através dele, possamos descobrir novos resultados a partir da dedução.       
            Não podemos usar o método dedutivo nos operadores ↓ (negação conjunta) e ↑ (negação disjunta), por conta disso, nós usamos a simplificação conforme esses exemplos ( p ↓ p ) ó ( ~ p ^ ~ p) e ( p ↑ p) ó ( ~ p ˅ ~ p )
            Para resolução com o método dedutivo, utilizamos de algumas equivalências notáveis, conforme tabela abaixo:

           
            Tabela 6

Exercícios
a)    ~ q ó (q ↓ q)
(q ↓ q) ó       M.D
(~ q ^ ~ q) ó   2.a
~ q

b)    (r → s) ó [ r ↑ ( s ↑ s ) ]
r ↑ (s ↑ s) ó   M.D
~ r ˅ (s ^ s) ó 5.b
(~ r ˅ s) ^ (~ r ˅ s) ó 2.a
(~ r ˅ s) ó M.D
(r→ s)

c)    ~ s ó (s ↓ s)
(s ↓ s) ó M.D
(~s ^ ~ s) ó 2.a
~ s

d)    ~ r ó (r ↑ r)
(r ↑ r) ó M.D
(~ r ˅ ~ r) ó 2.b
~ r

e)    (r ^ s) ó [ (r ↓ r) ↓ (s ↓ s) ]
[(r ↓ r) ↓ (s ↓ s)] ó M.D
[~ (~ r ^ ~ r) ^ ~ (~ s ^ ~ s) ] ó 2.a
[~ (~ r) ^ ~ (~ s) ] ó D.N
(r ^ s)





Aula 6: PROPOSIÇÕES

PROPOSIÇÃO RECÍPROCA

            Quando há uma proposição recíproca de uma condicional, a mesma não é verdadeira para todos os casos.

p
q
p → q
q → p
V
V
V
V
V
F
F
V
F
V
V
F
F
F
V
V

Resposta: A condicional p q é verdadeira, porém sua recíproca é falsa, q p

PROPOSIÇÃO CONTRÁRIA

            A proposição contrária é equivalente a proposição recíproca da condicional p q
p
q
p → q
~p ~q
V
V
V
V
V
F
F
V
F
V
V
F
F
F
V
V

Resposta: A proposição contrária não é verdadeira como sua primeira condicional.

 PROPOSIÇÃO CONSTRA POSITIVA
            A contra positiva demonstra uma equivalência com a condicional p q, obtendo o mesmo valor lógico.
p
q
p → q
q → p
V
V
V
V
V
F
F
F
F
V
V
V
F
F
V
V


Exercícios
a)    Se eu estudei, então fui aprovado
Recíproca: Se eu não estudei, então eu não fui aprovado
Contrária: Se eu fui aprovado, então eu estudei
Contrapositiva: Se eu não fui aprovado, então eu não estudei

b)    Se choveu, então está nublado
Recíproca: Se não choveu, então não está nublado
Contrária: Se está nublado, então choveu
Contra positiva: Se não está nublado, então não choveu

c)    Se eu paguei, então eu não devo
Recíproca: Se não paguei, então eu devo
Contrária: Se eu não devo, então eu paguei
Contra positiva: Se eu devo, então não paguei

d)    Se x=1, então y=3
Recíproca: Se x≠1, então y≠3
Contrária: Se y=3, então x=1
Contra positiva: Se y≠3, então x≠1.

e)    Se x > 0, então x é positivo
Recíproca: Se x < 0, então não é positivo
Contrária: Se x é positivo, então x>0
Contra positiva: Se x é negativo, então x<0